O Amor dos Morangos

Os cães e as plantas são grandes mestres em nos ensinar sobre o amor.

Com a doce companhia dos meus bichinhos, esta semana tive a felicidade de colher 3 morangos, de um pé muito especial vindo diretamente da casa de minha avó.

Meus sentimentos transbordam esta fotografia, que gostaria de compartilhar com vocês.

IMG_4445Carinho,

S.

 

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O amor

A mais difícil das lições é o amor. No entanto, é a maior das recompensas.
Amar quando todos já deixaram de sentir, ou trazer vida a um amor obsoleto.

Qualquer ser ama alguma coisa. Uma folha e uma gota de orvalho. Uma flor e uma abelha. Ou vice-versa. Amar alguém também é fácil. Praticar esse amor é que é difícil. Amar pelo que é, confiar no amor como uma criança que se pendura no pai.

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. (…) O amor é sofredor, é benigno; O amor não é invejoso; O amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal.” (1 Co 13:1-5) Gravar essas palavras faz o coração não endurecer.

Meus pais plantaram, há muitos anos, um pé de goiaba em frente a janela do meu quarto, na casa deles. Lá não está muito claro onde ficam os limites entre pomar, casa, campo e jardim. Há flores e espécies de outras naturezas espalhadas.

Uma vez, li no livro Introdução à Permacultura, de Bill Mollison com Reny Mia Slay, que não deveríamos confundir ordem com arrumação, a ordem integra e reduz trabalho. “Criatividade raramente é arrumada” (p.39) .

E lembrei do pé de goiaba… Meus pais tomaram consciência, antes mesmo de mim, como me alegra essa fruta, desde criança. A minha irmã do meio, certo dia, contou que a minha imagem na sua memória é sempre com uma dessas frutinhas na mão.
Cresci, morei em outros lugares, andei por ai e voltei para a casa dos meus pais, sai novamente para me casar, e cá estou em outra cidade.

Hoje, visitando os meus pais, é que o pé de goiaba me deixou perplexa por tamanho amor. Quem me dera viver praticando o amor nas pequenas ações, assim como eles. Como uma árvore que um dia foi semeada e destinada a apontar para o amor.
Bom final de semana!

J.

Aromaterapia – Parte I

Dos tempos idos,  ainda vejo práticas – altamente eficazes – que curam muitas pessoas através dos sentidos.
Me inclino a dizer que todo ser humano pode se auto medicar.
Para isso, Deus não poupou trabalho na natureza. Tamanha criatividade, foi dedicada até no rosto ímpar de cada um de nós.
Deus não prescreveu tratamentos, mas nos contou a sua vida e em parábolas, para que usássemos nossa inteligência para incluir a dimensão espiritual em nós também.

Camomila para acalmar, boldo para o fígado… Falo apenas do que vejo no meu quintal. Sem mencionar as culturas diversas e suas descobertas.
Deus nos deu equilíbrio emocional, e também nos deixou princípios ativos na natureza que estão comumente relacionados à atuação no corpo físico. Por isso eu acredito na interação entre o estado emocional e a saúde.

Ainda há quem tente definir, de modo impreciso, o termo Aromaterapia, como algo além da realidade.
Não sei bem porquê, mas acredito que seja falta de acreditar e confiar em Deus e no Seu amor.
A quem falte fé no amor. Quem aspira amor nutre mais as emoções positivas que as negativas, porque interpreta melhor o sentido da vida.
Também é difícil estabelecer qualquer conceito absoluto para as emoções, porque é algo muito sutil e invisível.
Mas creio que a vida é sempre mais rica e especial quando se segue os princípios de Deus e deixa Ele operar uma diferença em seu comportamento e, conseguintemente, nas experiências emocionais.
Crer que tudo é espiritual pode ser benéfico tanto para quem o exerce como para aqueles que o circundam.

Gostei muito da maneira como a empresa Laszlo fala de Aromaterapia: “Nada mais cativante, artístico e apaixonante do que o perfume. Essência é uma palavra que vem do latim esse (ou essere), que significa “Ser”, sendo então a Alma ou o Eu. Os antigos egípcios acreditavam que os óleos essenciais fossem a alma das plantas, a sua energia vital em máxima manifestação de luz. Acreditavam também que esta essência poderia influenciar positivamente nosso corpo, curando-o e elevando-o à um estado de iluminação. As plantas liberam e doam sua “essência” de forma desapegada e amorosa a nós, especialmente através de suas flores.”

– Parte I, porque ainda estou iniciando nesse aprendizado. Muito obrigada, Siimca, por me apresentar o caminho e hoje tornar isso possível e real em minha vida.

Com amor,

Julia.

Por natureza

Fé é tudo aquilo que acreditamos ser verdadeiro, de que não se tem dúvida. Recebi essas palavras de uma amiga querida e meus sentidos acordaram.

Por mais acelerados que estejam os dias, a nossa mente e a nossa natureza estão intactas.

Não se perde a essência.

Podemos escolher entre a integridade ou o isolamento. Estar aqui, completamente presente, é uma prática da fé. E quanto mais aprofundamos essa espiritualidade holística, mais lucidez ganhamos, e melhoramos em todas as áreas das nossas vidas, nos relacionamentos uns com os outros e com a natureza.

Quando enxergamos o amor através de tudo, contagiamos. E na medida que vamos criando condições ambientais mais leves, mais equilibradas, passamos a dar outros significados para a ciência, para a arte, para a ecologia, para o agricultura, para a educação, para a saúde, para os seres e para a biosfera. Os rios, os mares, as montanhas, os ventos. Todos se beneficiam.

Sempre que tenho a oportunidade de ver do alto a Lagoa do Ribeirão (Paulo Lopes – SC), formada pelo rio da Madre, em desenho de coração, eu pratico a minha fé.

Julia.