Amoeba Music – Parte 2

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Olá, amigos!

Trago uma boa notícia sobre música, para quem ainda não sabia, como eu.

A mega-varejista musical californiana Amoeba Music, que tem vendido pelo site CDs, discos de vinil, DVDs, acessórios, colecionáveis… E enviando-os de graça para amantes da música ao redor do mundo, inaugurou um site reformulado fim do ano passado! Milhares de LPs, discos de 78 e 45 RPM raros e fora de catálogo, agora disponíveis para venda através de download pago.

O dono da Amoeba, Jim Henderson, juntamente com os sócios Marc Weinstein, Karen Pearson e Dave Prinz, disseram que já há muitos títulos digitalizados a venda. O site oferece agora uma vasta gama de downloads digitais, que incluem não só a coleção de vinis raros, mas também uma referência de mais de 4500 biografias de artistas e mais de 6500 resenhas.

E a idéia é adicionar de 10 a 15 títulos todos os dias. “O que você vê agora é o que ficou perdido, não foi valorizado, tudo de gravadoras falidas, artistas obscuros, coisa que a gente realmente apoia. A maioria é rock, com muito jazz, muito blues, um pouco de country, alguns falados. Tem esquisitices, claro.”

Quando uma venda é feita, o dinheiro vai para uma conta de garantia. “Se alguém disser, ‘Esse disco é meu’, bem, Ok, podemos retirá-lo ou vendê-lo, e você fica com esse belo master digital. Vamos vender o disco, vamos promovê-lo, vamos assinar um contrato.”

A Amoeba está vendendo seus Vinyl Vaults, que podem ter amostras ouvidas via streaming no site em três categorias de preço, de acordo com a qualidade das faixas: 78 centavos por um MP3, 80 centavos por um M4A Lossless e US$ 1.50 por um WAV.

Nessa seção, é possível encontrar Louis Armstrong, Bill Coleman, além de artistas menos conhecidos como Kansas Joe, Memphis Minnie, etc, nos formatos MP3, M4A e WAV. Para dar uma olhada nessas raridades acesse aqui.

Não importa qual o formato preferido, as faixas mais antigas passaram por uma extensa faxina sônica, assim como por uma remasterização que assombra os discos de 78 RPM. “Há percussão e outras coisas que você não conseguia ouvir num disco de 78”, diz Weinstein. “Nós temos um engenheiro em particular que de fato conseguiu lidar com as inconsistências, estática, tudo para extrair todo o som sem perder nada.”

Apesar da queda em vendas que atingem toda a indústria musical, a Amoeba se mantém firme há 22 anos, mesmo uma década depois do fechamento de lojas rivais, como a Tower Records e as Virgin Megastores.

Os sócios afirmam que o site é como um “anexo” aos negócios tradicionais da empresa. “Nosso objetivo é ter um site que ajude a divulgar as lojas”, diz Henderson. “Nós vemos isso como uma relação muito cíclica, e o próximo passo lógico a ser dado por nós.”

Henderson afirma também que ele sente que o site poderia ser uma fonte de lucro se a Amoeba conseguir fazer com que as grandes gravadoras se juntem a eles e o Vinyl Vaults se torne popular. Weinstein vê o site como um imã para audiófilos.

“Adoraríamos ser tão abrangentes como achamos que todo tarado por discos quer que sejamos”, ele diz, ”então há um lugar pra ver a profundidade do catálogo de todo mundo, para aprender mais sobre eles e trocar informação com outros colecionadores.”

Texto na íntegra: http://playadelnacho.wordpress.com/2013/02/03/amoeba-records-goes-online-but-retains-brick-and-mortar-biz/

essa

Muito amor,

Julia

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